Resultado do Prêmio Viviane do Amaral será divulgado em 29/9

O resultado da edição 2026 do Prêmio Juíza Viviane do Amaral, destinado a reconhecer e dar visibilidade a iniciativas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra mulheres e meninas, será divulgado na próxima terça-feira (29/9). A entrega dos prêmios está marcada para o dia 23 de outubro.

Das 177 inscrições analisadas, 128 cumpriram os requisitos formais e foram inicialmente habilitadas; 40 foram desclassificadas por descumprimento de requisitos objetivos do edital; e nove apresentaram dúvidas quanto à habilitação e foram submetidas à nova avaliação da comissão.

O Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral é uma iniciativa do CNJ que visa conscientizar os integrantes do Judiciário quanto à necessidade de permanente vigília para o enfrentamento desse crescente tipo de violência contra as mulheres.

A premiação, criada pela Resolução CNJ n. 377/2021, também reverencia a memória da juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) Viviane Vieira do Amaral, vítima de feminícidio praticado em dezembro de 2020 pelo ex-marido. Dois anos após o crime, Paulo José Arronenzi foi condenado a 45 anos de prisão em regime fechado.

Atualização da comissão

Para a próxima edição do prêmio, o CNJ atualizou a composição da Comissão Avaliadora. A mudança foi aprovada por unanimidade em votação virtual, ocorrida na 13ª Sessão Virtual odo órgão, finalizada em 18/9. A aprovação do Ato Normativo 007282-11.2026.2.00.0000 adequou a realidade da comissão à estrutura administrativa atual do Conselho. Segundo o texto aprovado, algumas das antigas comissões permanentes que participavam do julgamento do prêmio deixaram de existir.

Agora a comissão avaliadora é composta pelos conselheiros e conselheiras que atuem na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, vinculada ao Comitê Gestor do Fórum Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher; na Política de Comunicação Social Integrada para o Poder Judiciário, vinculada ao Comitê de Comunicação Social do Poder Judiciário; na Política de Sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário, vinculada ao Comitê Gestor Nacional de Sustentabilidade; e na Comissão de Justiça Criminal, Segurança Pública e Enfrentamento ao Crime Organizado.

Também passam a integrar a Comissão Avaliadora: o secretário-geral ou a secretária-geral do CNJ; o secretário ou a secretária de Estratégia e Projetos; e o juiz ou juíza responsável pela coordenação da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. A condução dos trabalhos caberá ao conselheiro ou conselheira responsável pela supervisão dessa política. Atualmente, esse cargo está com a conselheira Jaceguara Dantas.

A mudança não alterou a finalidade, nem os objetivos da premiação, e manteve suas seis categorias.

Texto: Regina Albuquerque
Edição: Sarah Barros
Agência CNJ de Notícias

Número de visualizações: 5


Fonte original: Agência CNJ

Leia na íntegra

Compartilhe esta notícia:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas Notícias
Categorias

Assine nossa Newsletter

Receba em tempo real todas noticias que movem o Brasil e o Mundo.