Brasilia

Saúde do DF oferece rede com dez ambulatórios de geriatria para cuidados a idosos

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Por Kleber Karpov

Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) mantém uma rede de cuidados voltada à população idosa, com foco na promoção do envelhecimento ativo e saudável. A estrutura, que tem as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) como porta de entrada, conta com dez ambulatórios de geriatria e equipes multiprofissionais para garantir um atendimento integral e personalizado.

Além das consultas, a rede oferece ações como Práticas Integrativas em Saúde (PIS), circuitos para prevenção de quedas, grupos de combate ao tabagismo e programas voltados a doenças crônicas.

Atenção em rede

A SES-DF conta com dez Ambulatórios de Geriatria e oferece práticas integrativas, circuito multissensorial contra quedas, grupos de combate ao tabagismo, atividades de promoção de hábitos saudáveis e programas voltados a doenças crônicas. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

O primeiro ponto de contato para a assistência é a Atenção Primária, nas UBSs. Para casos que exigem acompanhamento especializado, a rede conta com dez ambulatórios de geriatria com equipes multiprofissionais (eMulti), formadas por geriatras, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e psicólogos.

“Embora todas as equipes possam desenvolver ações voltadas à saúde do idoso, as unidades que contam com eMulti tendem a oferecer um número maior de atividades coletivas e atendimentos individuais”, explica a gerente de Apoio à Saúde da Família, Simone Lacerda. O acesso aos ambulatórios ocorre por encaminhamento das equipes das UBSs, via Central de Regulação.

Clique aqui e veja qual é a UBS mais próxima da sua casa.

Foco no Alzheimer

Diante do cenário de envelhecimento populacional e do aumento de casos de demência, como o Alzheimer, a SES-DF adota um modelo de cuidado preventivo. “Nossa abordagem não se limita ao tratamento da doença. Trabalhamos com um modelo de atenção em rede, com equipes interdisciplinares, para garantir um cuidado integral, colocando a pessoa idosa no centro do processo”, reforça Simone Lacerda.

Os primeiros sinais da doença, como mudanças de comportamento, dificuldade em realizar tarefas cotidianas e esquecimentos frequentes, devem ser observados. Para pacientes diagnosticados, a recomendação é estimular a autonomia e adaptar atividades prazerosas à nova realidade.

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