A comunidade iraniana em Portugal teme um agravamento da violência, denuncia “a repressão em curso no Irão” e defende a rutura diplomática com o regime, o reconhecimento do príncipe herdeiro Reza Pahlavi como interlocutor da transição e a classificação da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) como organização terrorista.
Em declarações à agência Lusa, Roham Torabi, membro da comunidade iraniana em Portugal, disse que o povo quer “acabar com com Estado islâmico” e viver numa democracia.
Debaixo de chuva, o protesto ocorre numa altura em que as autoridades iranianas têm respondido com violência aos protestos em Teerão e o líder supremo, ‘ayatollah’ Ali Khamenei, declarou que o Estado iria endurecer a repressão.
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