Racismo apagou referência de Simonal na história, diz Fabricio Boliveira, que vive cantor em filme

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No auge da carreira, nos anos 1960, Wilson Simonal esteve à frente de um programa de TV de sucesso, assinou um contrato publicitário sem precedentes no Brasil e criou uma empresa para gerenciar a própria carreira.

“Quantos como ele você vê hoje? Nenhum. Não há, na história, alguém que tenha chegado aonde ele chegou. Ninguém ocupou esse lugar”, diz Fabricio Boliveira, que revive a trajetória do cantor no filme “Simonal”. A estreia é na próxima quinta (8).

Em seu ponto mais crucial, a trama retrata o episódio de 1971, em que Simonal é acusado de usar agentes do DOPS, o órgão de repressão da ditadura militar no Brasil, para sequestrar e ameaçar seu ex-contador.

A repercussão do caso levou o cantor de “Meu limão, meu limoeiro” a ser citado como colaborador do regime pela imprensa na época. Com fama de dedo-duro, amargou anos de ostracismo e rejeição, regados a problemas com álcool.

Simonal acabou pagando caro demais pelos erros por causa do racismo, avalia Boliveira. “Mataram esse mito, essa referência dele para a gente”, diz. “Essas coisas não mudaram, continuam acontecendo ainda hoje.”

Fonte: G1

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