Débora Nascimento é capa (e recheio) da revista Glamour de abril

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Kintsugi é uma técnica oriental milenar para consertar cerâmicas quebradas: em vez de serem descartados, os pedaços são unidos cuidadosamente e colados com uma mistura de laca e pó de ouro, formando uma nova peça. Assim, as “cicatrizes” ficam evidentes, tornando o objeto algo único, forte e verdadeiro. “É isso”, diz Débora Nascimento, ao ouvir a história, em meados de março, em uma tarde de calor sob medida no Rio de Janeiro. “A gente tem que ter consciência de que quebra. Mas quebrar não significa que não vá juntar os caquinhos e montar depois algo melhor e mais interessante, com uma cola mais firme.” Grande, enorme, inspiradora Débora.

Aos 33 anos, realizada como atriz (está no ar na novela global Verão 90 e em cartaz nos cinemas com o filme Uma Viagem Inesperada) e como mãe (Bella completa um ano este mês), se viu inserida em um turbilhão de fofocas/intrigas/julgamentos na internet após o anúncio de sua separação do ator José Loreto, com quem estava havia sete anos. “Não aceito mais nenhum tipo de opressão. Minha busca diária é pelafelicidade, manda avisar.

Ao ser questionada se ela e o ator ainda estão juntos, ela só diz: “Ele é o pai da minha filha e vai ser pra sempre. Não foi uma escolha aleatória. É um elo eterno e sou madura o suficiente para entender.”

Feminista ciente de seu lado selvagem, Débora participa de rodas de mulheres que discutem sororidade, direitos, inclusão na política e acolhimento a vítimas de abusos.

Construiu essa personalidade à base da leitura de muita Simone de Beauvoir, Clarissa Pinkola Estés (autora de Mulheres que Correm com os Lobos) e muita Chimamanda Ngozi Adichie (a lembrança do chá de bebê de Bella, aliás, foi o livro Para Educar Crianças Feministas, da escritora nigeriana). E de muita vivência também. Nada assim tão fácil para a menina da zona leste de São Paulo que cresceu em uma família em que o machismo estrutural estava presente. “Minha mãe foi criada assim, meu pai também, não tinha como ser diferente”, diz. Maaas… Débora escolheu quebrar esse padrão ao sair de casa aos 15 anos para ganhar a vida como modelo. Morou em diversos países, pagou o fim dos próprios estudos, fez cursos mil e conquistou seu lugar na TV e no coração do público em 2012, como a Tessália, de Avenida Brasil. Foi quando conheceu também o pai de sua filha e, bem, o resto da história você já conhece. “Conto de fadas é tudo de que eu fujo”, afirma.

Sobre sua história real de dona do castelo, ela fala na entrevista que estampa as páginas da Glamour de abril, que começa a chegar às bancas de todo o Brasil nesta sexta-feira, 29.03. Muito, muito obrigada, Débora.

Débora Nascimento, fotografada por Karine Basílio, no Janeiro Hotel, usa vestido Atelier Le Lis Blanc e brincos Gancho. Edição de Moda: Fabiana Leite. Direção de Arte: Bruna Bismara. Beleza: Renata Brazil.

Fonte: G1

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