Cúpula do Museu da República vira tela de artes plásticas na Semana do Cerrado

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Sequência de autoria do artista goiano Siron Franco retratou o ciclo do bioma nesta quarta (11). Projeção será repetida no sábado (14)

O fogo que toma conta das matas. A água que restabelece a vida. O ciclo do segundo maior bioma da América do Sul virou arte projetada na cúpula do Museu da República nesta quarta-feira (11). A obra, elaborada pelo artista goiano Siron Franco, faz parte da Semana do Cerrado, que tem ações de conscientização previstas até sábado (14) por todo o Distrito Federal. No dia do encerramento, o espetáculo voltará a ser exibido, das 18h30 à meia-noite.

Pintor, escultor, ilustrador e desenhista, Siron Franco usou os quatro elementos – fogo, terra, água e ar – para compor a obra Ciclo do Cerrado. A criação ousa ao se encaixar perfeitamente nas curvas do monumento criado por Oscar Niemeyer no centro da capital. Da lua, as imagens passam a um cerrado castigado pelo fogo que, em seguida, recupera-se com a chegada das chuvas.

A imponência das projeções em sequência no meio do Eixo Monumental chamou a atenção da população. Da rua, o pequeno Heitor, de 7 anos, pediu ao pai que parasse o carro. Não deu em outra. O servidor público José Rildo, 57, estacionou mais à frente e foi entender a obra.

“O fogo é natural do cerrado, mas fica mais intenso e perigoso com a ação do ser humano. É importante esse tipo de conscientização. Conseguiram chamar a atenção”, interpretou o morador de Taguatinga.

A obra foi criada especialmente para integrar a Semana do Cerrado, evento coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) com a parceria de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), além da Embaixada da Bélgica, do setor produtivo e da sociedade civil organizada. O objetivo é promover a conscientização ambiental da população sobre a importância do bioma do Cerrado.

“O uso das imagens são um alerta para voltarmos nossos olhos para a natureza”, diz o artista, na condição de que tem mais de 3 mil obras criadas e apresentadas em salões e bienais de todo o mundo.

“O fogo é natural do cerrado, mas fica mais intenso e perigoso com a ação do ser humano. É importante esse tipo de conscientização. Conseguiram chamar a atenção”, interpretou o morador de Taguatinga.

A obra foi criada especialmente para integrar a Semana do Cerrado, evento coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) com a parceria de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), além da Embaixada da Bélgica, do setor produtivo e da sociedade civil organizada. O objetivo é promover a conscientização ambiental da população sobre a importância do bioma do Cerrado.

“O uso das imagens são um alerta para voltarmos nossos olhos para a natureza”, diz o artista, na condição de que tem mais de 3 mil obras criadas e apresentadas em salões e bienais de todo o mundo.

Ele ressalta a importância para as águas do país, já que o bioma é berçário de três bacias hidrográficas. O titular da pasta ainda alerta para a necessidade de conscientização pela prevenção, um dos propósito centrais da Semana do Cerrado.

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